Definições de software

22 05 2008

Seguem algumas definições de software:

Addware: Significa advertising-supported software. O usuário tem o direito de instalar o programa gratuitamente. Os programadores ou empresas responsáveis pelo programa são financiados por firmas que têm sua propaganda veiculada pelo próprio programa, que em uma aba, um frame ou uma janela pop-up faz tal propaganda nesse espaço, que não pode ser fechado sem que se feche o programa inteiro.

Demoware: É a distribuição de um programa shareware que tem como objetivo oferecer ao usuário uma versão limitada para que o usuário possa testá-lo e decidir se adquire o programa ou não. As limitações mais comuns são: o tempo de uso (seja contado em dias ou em número de vezes que o programa é usado), o tempo máximo de uso por sessão (cada vez que o programa é aberto, permanece assim por um tempo determinado, geralmente em minutos), o impedimento de uso de ferramentas avançadas ou a limitação do número de vezes que as mesmas podem ser utilizadas, o impedimento de gravação e/ou exportação de documentos modificados pelo programa, e a marcação de documentos modificados pelo programa com a logo marca do programa, essa última mais comum em programas de edição de imagem, vídeo e som.

Freeware: É um programa completo totalmente gratuito. Sua execução independe de publicidade como o addware e não possui limitações de uso como o demoware. Porém, diferentemente da distribuição open source, o responsável mantém o código fonte secreto.

Open Source: É como um programa freeware, mas com a vantagem de que seu código fonte está disponível e permite ao usuário fazer modificações que possam melhorá-lo ou adaptá-lo. Geralmente esse tipo de licença tem um dispositivoque determina que todos aqueles que alterarem o código fonte a disponibilizar o novo código gratuitamente.

Shareware: Qualquer programa que é necessário comprar o programa para que se possa utilizá-lo em um computador é um shareware. O uso do programa sem a compra da licença é pirataria.

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Antivírus é pura perda, diz CSO da Cisco

22 05 2008

Carlos Machado, da INFO

SÃO PAULO – O principal executivo de segurança da Cisco compra briga com empresas de segurança.

Numa palestra feita na Austrália, John Stewart, CSO da Cisco, diz que usar antivírus e instalar correções de segurança “é dinheiro completamente jogado fora” (It’s completely wasted money).

Para Stewart, se as empresas usam esses produtos e ainda assim continuam a enfrentar problemas de segurança em seus computadores, logo eles não fazem sentido. Em sua opinião, as infecções se tornaram tão comuns que as empresas já aprenderam a conviver com elas.

Ele também diz claramente que há muitas empresas que vêem a continuidade dos problemas de segurança como uma boa oportunidade para fazer negócios. Portanto, continua, não têm interesse de erradicar esses problemas de forma definitiva. “Quando uma empresa como a Cisco, com 73 mil funcionários, tem 73 mil instalações de antivírus, é uma despesa fenomenal”, afirma Stewart.

O diretor regional da McAfee na Austrália, Gavin Struthers, deu uma resposta a Stewart. Para Struthers, o uso de antivírus e as atualizações de segurança certamente não são uma solução perfeita, mas também não equivalem a um desperdício de dinheiro.





Intelig aprimora serviços de TI com controle dos chamados

22 05 2008

Com abertura automática de chamados por e-mail, equipe interna de TI melhorou qualidade dos serviços prestados e economizou tempo.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

A operadora Intelig comemora a gestão mais eficiente e bem gerenciada dos atendimentos de help desk prestados pela área de tecnologia da informação – com aumento da satisfação dos usuários.

Segundo o gerente responsável pela área de operações e infra-estrutura da empresa, Rodrigo Müller, em 2006 a empresa já havia esgotado as capacidades de um sistema adquirido em 2001, comprado da LAN, para os serviços de atendimento de help desk por telefone.

A ferramenta passara a ser usada para outros serviços, como registro de chamadas dentro do contexto de controle de mudança e de fluxo de trabalho. Entretanto, mostrava problemas. “Se o usuário mudasse a ocorrência, não conseguíamos mudar o status na ferramenta”, conta. Portanto, a Intelig decidiu migrar o software, chamado de Intradesk, para o que se chama de ASK (Always Seeking Knowlegde), também desenvolvido pela LAN, que assumiu o projeto de migração entre os aplicativos.

Hoje, o departamento consegue fazer a abertura automática de chamados por e-mail. “Mais do que isso, há a integração das mensagens eletrônicas com o telefone e os funcionários deixaram de reescrever os chamados”, afirma. Outra vantagem da nova versão, segundo o executivo, é que qualquer documento pode ser anexado ao chamado aberto, o que melhora a qualidade dos serviços prestados e poupa tempo.

Müller conta ainda que o novo sistema permite também o aprimoramento dos serviços prestados porque viabiliza a execução de uma pesquisa de satisfação, depois que o usuários recebe o atendimento. “Agora jogamos o dardo e acertamos o centro. Antes dávamos muitas voltas e não éramos bem sucedidos”, diz.

A migração da ferramenta levou um ano e foi concluída em abril deste ano. Mas está em conformidade com as melhores práticas previstas na biblioteca ITIL. “Isso inclusive foi determinante na escolha do fornecedor há muitos anos”, lembra. A administração é possível porque permite não só o controle do fluxo de tarefas, mas também gera relatórios estatísticos e gerenciais.